Tecnologia e qualidade de vida

Tecnologia e qualidade de vida

Com o crescente desenvolvimento tecnológico, a maioria da população pensa que a ciência e a tecnologia mais cedo ou mais tarde resolverão quase todos os problemas que afectam a espécie humana e o nosso planeta.

Isso é particularmente verdade na área da saúde, onde apesar de serem bem conhecidos os perigos de um estilo de vida desregrado e de uma alimentação excessiva, um número enorme de pessoas opta por arriscar, convencido que, para o quer que aconteça, haverá um qualquer “truque mágico” científico que vai resolver ou minimizar o problema.

Não só na população em geral como, em particular, entre os profissionais de saúde, a tecnologia de ponta exerce um fascínio quase hipnotizante, relegando totalmente para segundo plano aspectos como actividade física, alimentação, mente positiva, auto-responsabilidade, entre outros. Isto, apesar de os estudos apontarem para uma inegável ligação entre o estilo de vida e uma grande parte dos problemas de saúde da civilização.

Apesar de a tecnologia de ponta salvar evidentemente vidas em situações extremas, muitos dos problemas modernos diminuiriam drasticamente se começássemos a ter mais cuidado com a forma como vivemos o dia-a-dia, e assumíssemos mais responsabilidade pela nossa saúde e bem-estar.

Estas são algumas das premissas de algumas das escolas de “medicina natural”, o que lhes confere um papel muito importante no panorama da saúde pública de qualquer país.

Já há diversos anos que o governo americano encomenda estudos científicos sobre algumas medicinas alternativas, com resultados positivamente estrondosos em muitos casos.

Talvez um bom exemplo para seguir em Portugal…

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